“Toda mamada eu prendo a respiração de tanta dor.”
Dor e fissuras no peito
Mamilo rachado, sangrando, dor que sobe pela espinha. A gente acha a causa (quase sempre a pega) e cuida da ferida pra você amamentar sem ranger os dentes.
No seu ritmo, sem culpa. Eu te ajudo a entender o que está acontecendo agora — a pega, a dor, a produção — e a sair desse ciclo de exaustão e medo de que o leite seja fraco.
Sou pediatra, mãe de dois, e quando meu primeiro filho nasceu eu vivi exatamente o que talvez você esteja vivendo: o peito rachado, a pega que não encaixava, o medo de não ter leite, e aquela voz de fora dizendo “desiste, dá fórmula”. Foi essa noite — uma das tantas às 3h da manhã — que mudou a minha medicina.
Hoje a minha consulta é exatamente o que eu queria ter tido naquela época: tempo de verdade, olhar para o seu peito e para a boca do bebê, mãos que ajustam a pega ali na hora, e zero julgamento. A gente investiga juntas o que está doendo — pega, freio lingual, baixa produção — e monta um plano que cabe na sua vida real.
Amamentar é vínculo, não prova de amor. Se o caminho for o desmame respeitoso, eu te acompanho nele também, com o mesmo cuidado.
com carinho, Camila ♡
Você não precisa “aguentar firme”. Esses são os motivos mais comuns que trazem as mães até mim. Se você se reconhecer em algum, é sinal de que dá pra melhorar.
“Toda mamada eu prendo a respiração de tanta dor.”
Mamilo rachado, sangrando, dor que sobe pela espinha. A gente acha a causa (quase sempre a pega) e cuida da ferida pra você amamentar sem ranger os dentes.
“Ele mama o tempo todo e parece nunca satisfeito.”
Boca pequena, língua presa, posição que escorrega. Ajusto a pega com você na prática — é o detalhe que muda a dor, o ganho de peso e o seu sono.
“Tenho medo do meu leite ser fraco e estar fazendo ele passar fome.”
Na maioria das vezes o leite não é fraco — a produção só precisa de estímulo certo. A gente avalia o ganho de peso real e monta um plano pra aumentar o leite com segurança.
“O bico acima? Ferida? Será que é mastite?”
Peito empedrado, quente, febre, dor que assusta. Sei como é à noite. Te oriento o que fazer agora e quando precisamos agir rápido pra não virar algo maior.
“Vou voltar a trabalhar e não sei como continuar.”
Estoque de leite, ordenha sem dor, rotina que funciona longe do bebê. Planejamos juntas pra você manter a amamentação sem virar mais uma fonte de culpa.
“Quero parar de amamentar sem trauma — pra nós dois.”
Quando amamentar deixa de fazer bem pra você, parar também é cuidado. Conduzo um desmame gradual, no seu tempo, protegendo o vínculo e o seu corpo.
Do primeiro “oi” no WhatsApp até você amamentando com tranquilidade — você sempre sabe qual é o próximo passo.
Manda mensagem contando como está agora — mesmo que seja só “socorro”. A gente marca a consulta no mesmo dia sempre que dá.
Presencial ou por vídeo, sem relógio correndo. Vejo a mamada de verdade, examino o peito e a boca do bebê, e te escuto antes de orientar.
Você sai com um plano claro no papel: o que ajustar, como cuidar da dor, o que fazer na próxima mamada — passos simples pra noite que vem.
Acompanhamento por mensagem nos dias seguintes e retorno quando precisar. Amamentação muda toda semana — e eu sigo do seu lado.
Histórias reais de mães de Floripa que estavam prestes a desistir — e hoje amamentam (ou desmamaram) em paz.
No quinto dia eu amamentava sangrando e já tinha comprado a fórmula, chorando, achando que tinha falhado com ela. A Camila ajustou a pega em vinte minutos e me explicou que a dor não era frescura, era um problema com solução. Hoje amamento sem dor nenhuma — e sem culpa.
Todo mundo dizia que meu leite era fraco porque o Theo não engordava. Eu estava destruída. Ela descobriu uma língua presa que ninguém viu e montou um plano pra aumentar a produção. Em três semanas o peso voltou pra curva. Ela salvou a nossa amamentação.
Eu precisava parar de amamentar pra cuidar da minha saúde mental e me sentia o pior ser humano do mundo. A Camila me disse que desmamar também é amor e conduziu tudo sem trauma pra nós dois. Foi a primeira pessoa que não me julgou. Saí leve.
Os dois. Atendo presencial em Florianópolis (e vou até a sua casa nos primeiros dias, quando sair com o bebê ainda é difícil) e também por vídeo — que funciona muito bem, viu? Pela câmera eu consigo ver a mamada, a pega e te guiar ao vivo. Muitas mães preferem o online justamente por não precisarem sair do sofá com dor.
O valor depende do formato (visita em casa, consultório ou vídeo) e se você quer só uma consulta pontual ou o acompanhamento completo dos primeiros meses. Me chama no WhatsApp que eu te passo os valores com transparência, sem compromisso. Existem opções pra diferentes momentos — porque socorro às 3h da manhã não pode esbarrar em preço escondido.
Eu sei que parece tarde demais — mas raramente é. Já ajudei mães com mamilo todo rachado, com bebê recusando o peito, com produção lá embaixo e até com dois meses de fórmula no meio do caminho. Cada peito é um peito. Na consulta a gente avalia o seu caso específico e eu sou honesta com você sobre o que dá pra esperar. Você não vai ouvir promessa milagrosa, mas vai ter um plano de verdade.
Quando a dor vem da pega — que é o caso mais comum — muitas mães já sentem alívio na primeira mamada depois do ajuste, ainda na consulta. A cicatrização do mamilo leva alguns dias. Baixa produção e desmame são processos mais graduais, de semanas. Eu te explico o tempo realista do seu caso pra você não viver na ansiedade — e fico acompanhando essa evolução com você.
O atendimento é particular, mas emito recibo e nota fiscal pra você solicitar reembolso ao seu plano (boa parte cobre consulta com pediatra/medicina do aleitamento). Te oriento certinho como pedir. E se o investimento for um problema neste momento, me conta — a gente vê o formato que cabe pra você não ficar sem ajuda.
Sem julgamento, sem “desiste e dá fórmula”, sem culpa. A gente cuida da pega, do seu peito e da sua exaustão. No seu ritmo.
Uma consulta completa pra resolver a urgência de agora: pega, dor ou aquela dúvida que tira o seu sono.
Consultas + suporte por mensagem nas semanas seguintes. Pra quem quer não estar sozinha em nenhuma fase nova.
Eu vou até você no pós-parto, quando sair com o bebê ainda é difícil. Cuidado no seu colo, na sua casa.